StarsPay http://34.45.239.84 Fri, 15 Nov 2024 23:34:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 http://34.45.239.84/wp-content/uploads/2024/02/cropped-favicon-stars-32x32.png StarsPay http://34.45.239.84 32 32 Separação de contas protegerá dinheiro de apostadores no Brasil; entenda  http://34.45.239.84/pt/separacao-de-contas-protegera-dinheiro-de-apostadores-no-brasil-entenda/ Fri, 15 Nov 2024 23:26:33 +0000 http://34.45.239.84/?p=1520 A medida dá mais segurança aos fundos depositados pelos usuários

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Um dos pontos fundamentais quando se fala no mercado regulamentado de apostas no Brasil é a proteção dos apostadores. Muitas das empresas que atuarão no setor são estrangeiras, o que pode causar receio nos usuários sobre o risco de serem afetados por algum problema e não terem como cobrar um operador que esteja a milhares de quilômetros de distância. Felizmente, o arcabouço regulamentar produzido pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF) trata de vários temas que trazem maior segurança para os consumidores.

Entre eles, está a separação das contas dos operadores, assunto descrito na Portaria Normativa Nº 615 da SPA/MF. As plataformas de apostas precisarão manter duas contas, a transacional e a proprietária. Na conta transacional, ficarão os fundos aportados pelos usuários e é dela que sairão as retiradas dos apostadores. A conta proprietária deve ser usada apenas para as despesas operacionais e para o gerenciamento de liquidez. Um ponto fundamental é que ambas as contas devem estar em instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central do Brasil.

Por que a separação é importante?

Um aspecto fundamental para qualquer casa de apostas é sua liquidez. Ao oferecer opções de apostas, o operador pode passar por períodos de prejuízo caso os apostadores obtenham resultados esportivos positivos. Realizar a gestão de liquidez, tema que possui um capítulo inteiro na Portaria em questão, significa que a empresa precisa sempre ter disponíveis os fundos para pagar os usuários, mesmo que, em uma situação hipotética, todos resolvessem sacar seus ganhos ao mesmo tempo.

É por isso que a separação entre as contas transacional e proprietária é essencial. Os aportes realizados pelos consumidores não podem ser misturados com aqueles destinados a pagar as despesas que a empresa tem com funcionários, por exemplo, para que os fundos estejam sempre disponíveis para uma possível retirada. Além disso, o texto da Portaria também deixa claro que os operadores devem definir medidas para “gerenciar sua exposição ao risco de liquidez”, como explicado no artigo 8º, que lista as políticas:

“I – que estabeleçam, de modo objetivo, metodologia de cálculo dos limites de exposição;

II – que prevejam processos para mensurar, monitorar e mitigar a exposição ao risco de liquidez em diferentes horizontes de tempo, inclusive intradia; e

III – que contenham plano de contingência com detalhamento das fontes adicionais de recursos, responsabilidades e procedimentos para enfrentar situações de estresse de liquidez.”

Uma das fontes adicionais de recursos pode ser a própria conta proprietária da empresa. Assim, em situação de “estresse de liquidez”, como define a lei, a conta pode ser utilizada para o pagamento dos usuários, mas o movimento contrário, da transacional para a proprietária, não é permitido. Adicionalmente, cada plataforma de apostas deve possuir uma reserva financeira de R$ 5 milhões para, em último caso, garantir o pagamento de prêmios aos usuários. Como citado, as contas utilizadas precisam ser de instituições autorizadas pelo Banco Central. Dessa forma, caso haja o descumprimento das diretrizes, o governo pode tomar medidas em relação a esses recursos, processo que seria muito mais complexo com contas no exterior.

Como isso impacta você?

As regras do mercado regulamentado de apostas esportivas no Brasil passarão a valer a partir de 1º de janeiro de 2025. Ou seja, assim que o ano começar, os operadores licenciados terão que seguir essas diretrizes sobre as contas, possuindo os fundos dos clientes separados e garantindo maior segurança aos usuários. Para quem já possui algum valor nas plataformas, realizar um processo visando esse prazo pode adicionar uma nova camada de proteção aos fundos.

A medida consiste em retirar os valores disponíveis na plataforma antes do final do ano e, se desejar, depositá-los novamente em 2025, quando as novas regras já estarão em vigor. Dessa forma, você garante que seus fundos estarão seguros na conta transacional separada, ao alcance do Banco Central. O processo é simples e pode ser ainda mais fácil através do LATAM Bank, carteira digital especializada no mundo dos jogos e que conta com diversos benefícios.

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Entenda a diferença entre carteira quente e carteira fria nas criptomoedas; saiba qual escolher http://34.45.239.84/pt/entenda-diferenca-carteira-quente-carteira-fria-criptomoedas/ Fri, 15 Nov 2024 01:46:30 +0000 http://34.45.239.84/?p=1513 É importante descobrir o modelo ideal para o seu uso

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Quando se fala em criptomoedas, um dos aspectos mais importantes para qualquer usuário é a segurança dos ativos, um tema fundamental e sobre o qual você pode conferir dicas para se proteger. No assunto do armazenamento das criptomoedas, os termos “carteira quente” e “carteira fria” são frequentemente discutidos. Cada um desses métodos possui características específicas em termos de conveniência, segurança e acessibilidade.

Segundo números da empresa de pesquisa Future Market Insights, o mercado de carteiras de criptomoedas atingiu receita de US$ 1,5 bilhão em 2023 e deve chegar a US$ 3,6 bilhões em 2033, com um crescimento anual de 9,3%. O relatório ainda diz que as carteiras de criptomoedas representam quase 25% das vendas no mercado total de cripto. Entender as diferenças entre uma carteira quente e uma carteira fria é essencial para quem deseja armazenar criptomoedas de forma segura, sabendo qual método se adapta melhor ao seu perfil.

O que é uma carteira quente?

Uma carteira quente, ou “hot wallet”, é uma carteira digital de criptomoedas que permanece conectada à internet. Ela permite o acesso rápido e fácil às criptomoedas e, por isso, é amplamente utilizada por “traders” e usuários que realizam transações com frequência. As hot wallets podem ser acessadas por meio de dispositivos móveis e computadores. Além disso, algumas carteiras quentes oferecem integração com exchanges e plataformas de negociação, facilitando ainda mais a movimentação dos ativos.

No entanto, essa facilidade de acesso tem um preço: a vulnerabilidade a ataques cibernéticos. Por estarem conectadas à internet, as carteiras quentes são mais suscetíveis a ataques de hackers, phishing e outros tipos de golpes. A segurança dessas carteiras depende em grande parte das medidas de proteção utilizadas pela plataforma ou aplicativo, como autenticação de dois fatores (2FA), senhas complexas e outras barreiras de segurança, além de um comportamento responsável do usuário.

Segundo um levantamento do CoinGecko, de 2023, as 55 principais hot wallets de criptomoedas registraram mais de 81,1 milhões de instalações. A instalação em dispositivos Android representou a maior parte desse número, somando 61,6 milhões de instalações, enquanto 19,55 milhões de instalações foram registradas nos principais navegadores da internet.

O que é uma Carteira Fria?

A carteira fria, ou “cold wallet”, é um método de armazenamento que não depende de conexão com a internet. Dessa forma, elas oferecem uma camada adicional de segurança, sendo menos vulneráveis a ataques cibernéticos. Carteiras frias são ideais para quem pretende manter os ativos guardados por longos períodos sem necessidade de acessá-los frequentemente.

Existem diversos tipos de carteiras frias, sendo os mais comuns as carteiras de hardware e as carteiras de papel. As carteiras de hardware são dispositivos físicos, como USBs ou dispositivos específicos para armazenar chaves privadas. Já as carteiras de papel consistem basicamente em anotar as chaves privadas e públicas em um pedaço de papel, sem nenhuma conexão digital com a internet.

aNúmeros da Cognitive Market Research estimam em US$ 1,6 bilhão o mercado de carteiras frias em 2024, com previsão de crescimento anual de 9,80% até 2031. A América do Norte representa 40% do mercado, enquanto a Europa aparece com 30% das receitas do setor. A América Latina possui uma fatia de 5% do mercado atual total, mas também conta com uma previsão de crescimento relevante de 9,2% ao ano.

Vantagens e desvantagens

A principal vantagem das carteiras quentes é a conveniência. Elas são ideais para transações rápidas e diárias, e por estarem sempre conectadas, permitem acesso imediato aos fundos. Além disso, a maioria das carteiras quentes são fáceis de usar, sendo uma excelente opção para iniciantes no universo das criptomoedas. Por outro lado, a principal desvantagem é a segurança. A conexão com a internet torna essas carteiras mais vulneráveis a invasões e roubo de dados, por isso não são recomendadas para armazenar uma grande quantidade de criptoativos.

No caso das carteiras frias, a maior vantagem é a segurança. Como não estão conectadas à internet, são significativamente mais protegidas contra ataques cibernéticos. Esse tipo de carteira é ideal para o armazenamento a longo prazo de grandes quantidades de criptomoedas, proporcionando paz de espírito ao investidor. A principal desvantagem é a falta de praticidade para quem precisa de acesso rápido aos ativos.

Em casos onde o usuário deseja realizar transações diárias, o uso de uma carteira fria pode se tornar pouco conveniente. Além disso, o risco de perda física é outro fator a ser considerado, especialmente no caso das carteiras de papel. Se o papel com as chaves privadas for perdido ou destruído, o acesso às criptomoedas será impossível. Da mesma forma, no caso das carteiras de hardware, a perda ou dano do dispositivo pode resultar em perda dos fundos, caso não haja uma cópia de segurança das chaves.

Qual escolher?

A escolha entre uma carteira quente e uma carteira fria depende do perfil e das necessidades do usuário. Se você realiza transações diárias e precisa de acesso rápido e fácil aos seus ativos, uma carteira quente pode ser a melhor opção. No entanto, é sempre importante manter apenas uma quantia limitada em carteiras quentes para minimizar o risco de perdas em caso de ataques.

Por outro lado, se você é um investidor de longo prazo que planeja manter suas criptomoedas guardadas por um período extenso e sem necessidade de acessá-las com frequência, uma carteira fria será a opção mais segura. Em muitos casos, os investidores optam por uma abordagem híbrida, utilizando uma carteira quente para transações diárias e uma carteira fria para armazenar a maior parte de seus ativos de forma segura.

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Entenda o que são as altcoins ou “alts”, as criptomoedas alternativas http://34.45.239.84/pt/entenda-que-sao-altcoins-alts-criptomoedas-alternativas/ Wed, 30 Oct 2024 02:25:49 +0000 http://34.45.239.84/?p=1503 Existem milhares de criptomoedas diferentes, com funções variadas

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As criptomoedas revolucionaram o sistema financeiro global e abriram novas possibilidades de transações digitais, transferências cross border, investimentos, entre diversos outros pontos. O Bitcoin, criado em 2009, foi a primeira criptomoeda e continua liderando a lista das moedas digitais mais valiosas até hoje. Desde então, o mercado cresceu de forma rápida, levando ao surgimento de milhares de altcoins, também conhecidas como “alts”, que cumprem diferentes funções e exploram a tecnologia desse setor de diversas formas.

O que são altcoins?

O termo “altcoin” é uma abreviação de “alternative coin” (moeda alternativa, em português) e é utilizado para descrever qualquer criptomoeda que não seja o Bitcoin. Os números são impressionantes. Apenas no site CoinGecko, por exemplo, estão listadas quase 15 mil criptomoedas, que somam uma capitalização de mercado (“market cap”) total de quase US$ 2,5 trilhões (dados registrados no dia 19 de outubro de 2024). Os dados também mostram uma “dominância do Bitcoin” de 55,14% do total, com uma capitalização de mercado de US$ 1,34 trilhão. Ou seja, as altcoins representam quase metade do mercado total de criptomoedas na data consultada, mas essa porcentagem varia bastante com o tempo.

É claro que a grande maioria dessas moedas tem pouco impacto ou sucesso a longo prazo. No entanto, algumas altcoins se destacaram desde sua criação e ganharam espaço entre os entusiastas do setor. Cada uma busca diferentes propósitos, funcionalidades e inovações tecnológicas. Algumas altcoins tentam melhorar aspectos técnicos do Bitcoin, como a velocidade e os custos de transação, enquanto outras se concentram em funcionalidades completamente novas.

Tipos de altcoins

Existem diversos tipos de altcoins. Um dos mais populares são as stablecoins, moedas cujo valor é atrelado a um ativo estável e que já foram tema de artigo aqui na StarsPay. Em outubro de 2023, um levantamento da Receita Federal registrou o crescimento do uso das “moedas estáveis” no Brasil. Dona do maior mercado de capitalização entre as stablecoins, a Tether teve mais de R$ 271 bilhões negociados no país no período analisado, desde 2019, contra R$ 151 bilhões do Bitcoin.

Outro tipo de altcoin são as moedas baseadas em mineração, como o Bitcoin. Os participantes, chamados de mineradores, validam as transações na blockchain e recebem moedas em troca, sendo a Litecoin um dos exemplos mais conhecidos. Também se popularizaram os tokens, tanto de utilidade quanto de governança. No primeiro caso, cujo maior exemplo é a rede Ethereum, os tokens podem ser utilizados em diversas aplicações descentralizadas, as chamadas “dApps”, que podem incluir jogos, plataformas financeiras, entre outros. No caso da governança, as altcoins permitem aos seus donos votar em decisões sobre o futuro do projeto, tendo a descentralização desse processo como uma das vantagens.

No entanto, talvez o exemplo de altcoin mais conhecido do público em geral sejam os memecoins. Como o próprio nome sugere, esse tipo de moeda é inspirado em “memes” ou piadas da internet e ganhou apoio através de ações virais e divulgação de celebridades e influenciadores. O principal exemplo, de forma disparada, é o Dogecoin, conhecido pela sigla DOGE. Segundo dados do CoinMarketCap, consultados em 24 de outubro de 2024, o DOGE aparece como a oitava maior criptomoeda, com uma capitalização de mercado de mais de US$ 20,5 bilhões.

Vantagens e desvantagens das altcoins

Como já ficou claro, o grupo chamado de altcoins é muito diverso, indo desde projetos sérios que ganharam espaço no mercado financeiro mundial até moedas digitais criadas como uma brincadeira e com pouca relevância. Entre as vantagens das moedas alternativas, estão a inovação tecnológica, que busca tornar processos mais rápidos, fáceis e baratos. No caso do Ethereum e seus contratos inteligentes, por exemplo, a criação de aplicativos descentralizados deu origem a uma nova e promissora área de exploração digital. Segundo dados da Reports and Insights, o setor de dApps atingiu US$ 31,2 bilhões em 2023 e tem crescimento anual esperado de 22,2% ao ano até 2032, que resultaria em um mercado de US$ 139,6 bilhões.

Por outro lado, é fundamental tomar cuidado ao lidar com altcoins. Projetos menores costumam ser ainda mais voláteis, com oscilações de valor acentuadas em curtos períodos. Dessa forma, a promessa de grandes lucros da noite para o dia pode rapidamente se transformar em perdas significativas. Outro aspecto negativo é a questão da segurança. Como muitos projetos são relativamente novos e menos testados, algumas altcoins podem apresentar falhas de segurança ou serem alvos de hackers. Segundo a empresa de análise de blockchain Chainalysis, mais de US$ 1,7 bilhão em criptomoedas foram roubados em 2023.

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Como acionar o suporte da StarsPay? Conheça nosso atendimento ao cliente http://34.45.239.84/pt/como-acionar-suporte-starspay-atendimento-ao-cliente/ Thu, 24 Oct 2024 14:17:39 +0000 http://34.45.239.84/?p=1495 O atendimento é bilíngue, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana

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A StarsPay possui um compromisso de oferecer aos seus clientes soluções de alta qualidade no processamento de pagamentos, transferências cross border e KYC. Oferecemos as ferramentas certas para sua empresa, atuando nos segmentos de iGaming, Games, Exchanges e eCommerce em cinco países da América Latina: Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru.

Quer entrar em contato com o time de especialistas da StarsPay? Confira nossa página de contato

Além de um time de especialistas que irá ajudar a sua empresa com segurança, agilidade e as melhores taxas, um dos destaques da StarsPay é o suporte, que fornece um serviço de elite. Entendemos a importância de um bom atendimento ao cliente, por isso você pode contar com nossos atendentes atuando 24 horas por dia, 7 dias por semana, prontos para tirar suas dúvidas e resolver qualquer problema que possa surgir.

É muito fácil entrar em contato com o suporte da StarsPay, que possui atendimento bilíngue, tanto em português quanto em inglês. São dois caminhos: envie e-mail para o endereço starspay@http:\/\/34.45.239.84 ou acesse nossa página de contato. Nela, você precisa apenas preencher um formulário com seus dados e sua mensagem, e você receberá uma resposta do nosso time de atendimento ao cliente assim que possível.

Outros benefícios

Uma equipe muito qualificada e um suporte eficiente são apenas alguns dos benefícios que você terá como cliente da StarsPay. Atuamos para ajudar sua empresa, fornecendo antifraude para transações locais, medidas para o importante chargeback zero e as melhores taxas de câmbio. Também garantimos conformidade rigorosa com regulamentos de KYC, protegendo suas operações e seus clientes.

Com uma rápida e simples integração e sem a necessidade de uma entidade local, você pode se conectar com seus consumidores na moeda local deles e em vários lugares da América Latina. Utilizando a nossa API inteligente, você pode oferecer as principais opções de pagamentos, enquanto recebe os valores em sua moeda local, direto na conta bancária e de forma rápida e segura.

Entre em contato agora com o time comercial da StarsPay através do email: starspay@http:\/\/34.45.239.84 e entenda como podemos fazer a diferença na sua empresa.

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Em números, entenda a importância de uma boa página de pagamento http://34.45.239.84/pt/entenda-importancia-boa-pagina-pagamento-numeros/ Mon, 21 Oct 2024 23:13:26 +0000 http://34.45.239.84/?p=1486 Saiba vários fatores que podem influenciar na taxa de conversão de pagamentos

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Para quem vende produtos e serviços, seja em lojas físicas ou eCommerce, uma parte fundamental do negócio é conseguir atrair e reter consumidores. Principalmente em setores nos quais a competição é acirrada, é difícil a tarefa de fazer com que possíveis compradores optem pela sua marca e não pela do concorrente. Para isso, empresas investem pesado em áreas como marketing e estratégias de CRM como o cashback, por exemplo.

Quer resolver as principais reclamações dos consumidores e aumentar sua conversão? Entre em contato com a StarsPay.

No entanto, há um aspecto da experiência do usuário que não pode ser menosprezado e que exerce influência direta nos resultados da empresa. Estamos falando da página de pagamentos, o momento em que a escolha inicial do cliente se concretiza em compra. Proporcionar ao consumidor uma experiência segura, simples e ágil é fundamental nesse processo. Afinal, conseguir atrair um cliente para sua página, fazer com que ele escolha um dos produtos, mas perder a venda nesse instante final é um desastre para qualquer empresa.

Motivos para a desistência

A desistência do cliente que já colocou produtos em seu “carrinho de compras” online é mais comum do que parece. Uma pesquisa do Baymard Institute reuniu em um só lugar o resultado de 49 estudos diferentes, realizados entre 2012 e 2023, sobre o abandono dos carrinhos no eCommerce. Baseado nessas informações, a taxa média de desistência foi de 70,19%, mais de dois terços do total. A pesquisa destaca que boa parte dos casos resulta de comportamentos naturais dos compradores. “Muitos usuários apenas conferem os produtos, comparam os preços, salvam itens para mais tarde, exploram opções de presentes, etc”, diz a pesquisa.

Entre os compradores online dos Estados Unidos, 48% abandonou um carrinho simplesmente porque não tinha intenção de comprar naquele momento, antes mesmo de iniciar o processo de pagamento. Por outro lado, verificar as outras razões citadas pelos consumidores para a desistência de uma compra revela informações importantes para as empresas que desejam limitar a perda de vendas nesse momento. Por isso, o instituto também forneceu essa parte qualitativa dos abandonos, excluindo aqueles que já não tinham intenção de comprar de qualquer forma.

O principal motivo apontado pelos usuários, citado 48% das vezes, foram os altos custos extras, como entrega, impostos e taxas. Ou seja, o cliente está disposto a pagar o valor mostrado inicialmente pelo produto, mas na fase final é surpreendido por um custo final maior do que o esperado. Uma solução para as empresas seria trazer mais transparência ao processo, deixando claros desde o início as taxas e outros valores que podem estar envolvidos na compra. A alternativa “não pude ver/calcular o valor total do pedido desde o início” reforça essa necessidade, sendo escolhida por 21% dos consultados.

Vale ressaltar que, como cada cliente pode citar mais de uma razão, a soma das porcentagens ultrapassa 100%. A segunda razão trata mais da praticidade do processo, com “o site queria que eu criasse uma conta” sendo citada em 26% dos casos, adicionando um passo extra que o cliente pode não estar disposto a cumprir. Principalmente se a criação da conta exigir o fornecimento de muitos dados pessoais e for seguida de uma enxurrada de e-mails e contatos não requisitados. Selecionada em 22% dos casos, a opção “processo de pagamento muito longo/complicado” também prova como a conveniência é valorizada pelos usuários.

Em terceiro lugar, surgiu uma preocupação com segurança, descrita como “não confio em fornecer meus dados de cartão de crédito.” Esse número revela uma preocupação necessária dos clientes com a privacidade de seus dados, em um contexto no qual fraudes têm se tornado muito comuns. Ao mesmo tempo, a informação mostra a importância de oferecer diversos métodos de pagamentos para os usuários. O Pix no Brasil e o SPEI no México são exemplos de alternativas locais que se tornaram fundamentais para atender consumidores desses países. A opção “não havia métodos de pagamento suficientes” inclusive aparece na lista, citada por 13% dos participantes da pesquisa.

Também no top 10, estão presentes razões como “entrega muito lenta”, “o site tinha erros/travou”, “meu cartão foi recusado” e “a política de devolução não era satisfatória”. Essa última envolve também o chargeback, tema extremamente importante para o setor. Enquanto os clientes se preocupam com a oportunidade de devolver um produto que não os satisfaça, para os lojistas o processo também envolve o risco de fraude. Para os dois lados, entender o passo a passo do chargeback ajuda a evitar maiores frustrações.

Taxa de conversão de pagamentos

Uma estatística fundamental para analisar o sucesso de sua página de pagamentos é a taxa de conversão de pagamentos. Ela é calculada dividindo o número de compras concluídas pelo número de pessoas que iniciaram o processo de pagamento. Multiplicando o número final por 100, obtém-se a porcentagem de pessoas que completaram a compra. Um número baixo pode indicar que há falhas nesse processo, por uma ou mais das razões discutidas acima.

Aumentar a taxa de conversão representa um efeito direto nos números de faturamento de qualquer empresa. Ao mesmo tempo, otimizar uma página de pagamentos pode envolver alterações simples e menos custosas do que investimentos em marketing, por exemplo. Confira abaixo algumas das opções possíveis para aumentar a taxa de conversão:

– Permitir compra sem a necessidade de criação de conta

– Oferecer opções múltiplas de pagamentos

– Possuir um layout claro, com transparência sobre os custos envolvidos, taxas e prazos de entrega

– Otimizar a página para dispositivos móveis

– Minimizar distrações e evitar formulários extensos, que podem afastar os consumidores

Esses são apenas alguns exemplos que podem melhorar uma página de pagamentos e, por consequência, as taxas de conversão. Ainda que seja impossível evitar que todos os clientes abandonem o processo de compra, pelos vários motivos envolvidos, mesmo uma alteração de 1% na conversão pode representar um aumento significativo nos números de uma empresa.

O apoio da StarsPay

A StarsPay é especializada em processamento de pagamentos em quatro vertentes: iGaming, Games, eCommerce e Exchanges. Se o abandono de carrinhos de compras online é algo que atrapalha sua empresa, trazemos a oportunidade de aumentar suas taxas de conversão resolvendo alguns dos problemas citados na pesquisa do Baymard Institute. Atuamos em cinco países (Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru), com especialistas que poderão te ajudar a fornecer os métodos de pagamento essenciais para cada população.

Além disso, trabalhamos para buscar o chargeback zero para nossos clientes, com as melhores taxas de câmbio, suporte bilíngue 24 horas por dia, 7 dias por semana, e um sistema antifraude para transações locais. Tudo isso para que seus consumidores possam passar por esse processo de forma simples, ágil e segura, três aspectos que os números provam serem de vital importância para que a venda seja concluída da forma mais eficiente possível.

Entre em contato agora com o time comercial da StarsPay através do email: starspay@http:\/\/34.45.239.84 e entenda como podemos fazer a diferença na sua empresa.

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Saiba mais sobre as cinco maiores criptomoedas do mundo na atualidade http://34.45.239.84/pt/saiba-mais-cinco-maiores-criptomoedas-mundo/ Thu, 17 Oct 2024 23:57:35 +0000 http://34.45.239.84/?p=1479 Bitcoin, Ethereum, Tether, USD Coin e Solana compõem a lista

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Nos últimos 15 anos, as criptomoedas mudaram a forma como a transferência de fundos é vista no meio digital. O “mundo cripto” passou por uma explosão de interesse, trazendo diversas vantagens como segurança, descentralização e rapidez. Nesse período, centenas de criptomoedas surgiram, com boa parte delas ficando pelo caminho. Por outro lado, existem moedas digitais que se estabeleceram de forma sólida e representam volumes de trilhões de reais.

Você atua com exchanges de criptomoedas e quer otimizar a área de pagamentos? Clique aqui e entre em contato com a StarsPay

Como tudo que envolve altas somas financeiras, vale sempre ressaltar a necessidade de tomar medidas de segurança para não ser vítima de fraudes online. A StarsPay atua com exchanges de criptomoedas, fornecendo serviços financeiros para essas empresas, com suporte a transações em múltiplas moedas e tendo fortes processos de segurança como um diferencial.

Confira abaixo as cinco maiores em capitalização de mercado (market cap), segundo dados do CoinMarketCap, acessados em 14 de outubro de 2024.

Bitcoin (BTC)

Primeira e mais conhecida criptomoeda do mundo, o Bitcoin possui um market cap de mais de R$ 7,3 trilhões. A moeda foi criada em 2009, por um indivíduo ou grupo de pessoas sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. Ela opera em uma rede descentralizada chamada blockchain, que registra todas as transações de forma pública e segura. A proposta do Bitcoin é ser uma forma de dinheiro digital sem a necessidade de intermediários, como bancos ou governos. Por sua natureza anônima, é impossível saber com precisão quantas pessoas possuem Bitcoin em suas carteiras digitais e/ou exchanges, mas um levantamento do site BiTBO estima esse número em mais de 100 milhões de pessoas.

Ethereum (ETH)

Lançada em 2015 por Vitalik Buterin, a Ethereum possui uma capitalização atual de mercado de mais de R$ 1,7 trilhão e funciona de forma diferente do Bitcoin. Ao invés de ser primariamente utilizada como uma moeda digital, a Ethereum foi projetada como uma plataforma para a criação de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados (dApps). Sua rede permite que desenvolvedores criem novos tokens e rodem projetos complexos baseados em blockchain. Assim, a rede ETH é a base sobre a qual várias moedas digitais alternativas (as chamadas “alts”) foram criadas. Segundo dados da Bitwise, o ecossistema ETH passou por um grande salto no número de usuários diários no início de 2024.

Tether (USDT)

O terceiro maior market cap é do Tether, conhecido pela sigla USDT, representando quase R$ 670 bilhões atualmente. Ele também se diferencia do Bitcoin e da Ethereum por ser uma stablecoin, ou seja, uma moeda cujo valor é atrelado a um ativo estável, nesse caso o dólar americano (USD). O USDT é amplamente utilizado em exchanges como uma moeda de referência para negociar contra outras criptomoedas. Dessa forma, é possível evitar a volatilidade desse meio, ao mesmo tempo em que os fundos são mantidos em moedas digitais, tornando mais conveniente a realização de novas “trades”.

BNB (Binance Coin)

O BNB é o token nativo da Binance, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, com uma capitalização de mercado atual de R$ 480 bilhões. A moeda foi lançada em 2017 como um token ERC-20 na rede Ethereum, mas migrou para a própria blockchain da Binance, conhecida como Binance Smart Chain (BSC). As principais utilidades da criptomoeda acontecem dentro do ecossistema da exchange, como pagar taxas de transação com desconto na plataforma e participar de vendas de tokens, por exemplo. Em 2024, a Binance comemorou o número de 200 milhões de usuários na plataforma.

Solana (SOL)

A Solana é uma plataforma blockchain de alta performance e focada na escalabilidade, com um market cap atual de R$ 411 bilhões em seu token nativo, o SOL. Lançada em 2020, a Solana é uma rede voltada para contratos inteligentes e dApps, assim como a Ethereum, mas com um foco maior na eficiência, se destacando por sua rapidez e baixo custo de transações. Em junho de 2024, a empresa anunciou um investimento de mais de R$ 5 milhões no Brasil, para apoiar criadores de conteúdo e educadores do meio cripto.

O futuro do mercado cripto

Agora que você sabe mais sobre as principais criptomoedas utilizadas no mundo, fica mais fácil compreender a versatilidade envolvida no mercado das moedas digitais. Blockchains e plataformas diferentes possuem áreas de atuação distintas. Elas podem trazer mais rapidez, segurança e conveniência a processos antes complexos, como pagamentos cross border, além de possibilitarem a criação de novas tecnologias que se integrem ao mundo financeiro digital para facilitar a vida dos usuários.

Adicionalmente, pelos mercados de capitalização citados, é possível ter uma compreensão maior do tamanho desse universo, que não deve parar por aí. Novas tecnologias e investimentos são realizados diariamente, o que ajuda a difundir o conceito de que as moedas digitais vão além da mera especulação. Elas podem gerar benefícios reais para as pessoas.

Entre agora em contato com o time comercial da StarsPay através do email: starspay@http:\/\/34.45.239.84 e entenda como podemos fazer a diferença na sua empresa.

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O que mudou no mercado de apostas online no Brasil em 1º de outubro? Saiba mais http://34.45.239.84/pt/que-mudou-mercado-apostas-online-brasil-1-outubro/ Tue, 15 Oct 2024 22:26:32 +0000 http://34.45.239.84/?p=1471 Foram aprovadas 96 empresas e um total de 210 marcas

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No dia 1º de outubro, o mercado de iGaming no Brasil viveu um momento importante, com a divulgação de uma lista pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). O órgão anunciou as casas de apostas que receberam autorização provisória para operar no Brasil durante o período de transição que vai até o final do ano.

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O mercado regulamentado de apostas de quota fixa terá início oficialmente no país em 1º de dezembro de 2025. No entanto, a partir de 1º de outubro, só podem seguir atuando no Brasil as empresas que receberam a pré-autorização do Ministério da Fazenda. A lista de operadores aprovados conta com 96 empresas e um total de 210 marcas (cada empresa poderia registrar até três marcas dentro da licença).

Para os operadores que não constam na lista divulgada pelo governo, o prazo no qual o site poderia continuar no ar foi até o dia 10 de outubro, apenas para permitir que os clientes brasileiros possam sacar seus fundos depositados. Após o fim do período, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou o pedido de bloqueio de mais de dois mil sites consideradores irregulares.

Atendendo às recomendações legais, a StarsPay também já havia anunciado que cessará seus serviços para as empresas que não obtiveram a aprovação junto ao governo. Até dezembro, a SPA/MF deve concluir a análise dos pedidos realizados até o momento, definindo quais sites terão a licença para atuar legalmente a partir de 2025. As empresas que seguirem oferecendo serviços para jogadores brasileiros de forma irregular estarão sujeitas a punições severas, com multas que podem chegar até R$ 2 bilhões.

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Entenda o que são as stablecoins e para que elas servem; saiba mais http://34.45.239.84/pt/entenda-que-sao-stablecoins-para-que-servem/ Mon, 14 Oct 2024 22:10:28 +0000 http://34.45.239.84/?p=1460 Os principais exemplos desse tipo de moeda são o Tether (USDT) e o USDC

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Nos últimos anos, as criptomoedas ganharam destaque no cenário financeiro, proporcionando novas formas de realizar transações e investimentos e trazendo diversas vantagens. No entanto, uma das principais preocupações envolvendo essas moedas digitais é a alta volatilidade de seus preços, que podem flutuar drasticamente em curtos períodos de tempo. Foi nesse contexto que surgiram as stablecoins, que vêm se consolidando como um componente essencial desse novo sistema financeiro digital.

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O termo pode ser traduzido como “moedas estáveis” e define um tipo de criptomoeda projetada para manter um valor estável ao longo do tempo, facilitando seu uso para transações. Enquanto há pessoas que utilizam as criptomoedas como forma de investimento, tentando explorar as variações de preço nas exchanges para obter ganhos, há também aquelas que preferem usar a tecnologia das moedas digitais por sua rapidez, praticidade e segurança, mas sem precisar se preocupar com a alta volatilidade.

Como funcionam as stablecoins?

Para conseguir a estabilidade do preço, as stablecoins são atreladas a um ativo estável, que pode ser commodities como o ouro ou moedas fiduciárias como o dólar e o euro, por exemplo. O principal exemplo é o Tether, conhecido no meio das criptomoedas pela sigla USDT. Atualmente, essa é a criptomoeda com o terceiro maior valor de mercado do mundo, com cerca de US$ 120 bilhões, atrás apenas do Bitcoin e do Ethereum (ETH).

No caso do USDT, a moeda digital é atrelada ao dólar americano. Isso significa que para cada stablecoin em circulação, há uma reserva correspondente em moeda fiduciária, também conhecida como “fiat currency”. Dessa forma, o valor de 1 Tether está sempre próximo ao valor de US$ 1, o que propicia diversas vantagens para quem quer usar as criptomoedas em transações digitais. Outro exemplo similar de stablecoin é o USD Coin, de sigla USDC, que também utiliza o dólar americano como lastro e possui o sexto maior valor de mercado, com US$ 34,8 bilhões.

Para que servem as stablecoins?

Imagine um comerciante que deseja realizar compras e vendas em criptomoedas, mas só atua com Bitcoin. De um dia para o outro, ele pode sofrer com variações consideráveis nos preços de seus produtos e nos contratos com seus fornecedores. Uma mercadoria vendida hoje, mas entregue apenas daqui a três dias, pode ter um valor final completamente diferente. Além de ter que administrar seu negócio, esse empresário teria que estar sempre atento ao preço do Bitcoin para buscar o melhor momento de realizar suas transferências.

É fácil entender por que essa situação seria um pesadelo em termos de organização, planejamento e fluxo de caixa. No entanto, existem muitas pessoas que querem aproveitar as vantagens inerentes ao uso das moedas digitais, sem precisar realizar todo esse “malabarismo”. Nesse caso, as stablecoins funcionam como uma alternativa válida. Por manterem o valor praticamente estável em relação a um ativo conhecido, permitem a realização de transações com estabilidade. Por meio das stablecoins, é possível realizar transferências cross border sem o uso de sistemas bancários tradicionais, por exemplo.

Além de ser um método mais rápido, evita a perda com o pagamento de constantes taxas de câmbio, podendo depois serem convertidas em moedas fiat ou outras criptomoedas. Outra função importante é no caso de economias instáveis, nas quais a inflação pode corroer o poder de compra dos cidadãos. Usando USDT ou USDC, os usuários podem manter suas economias lastreadas no valor do dólar e se proteger dessa variação. Adicionalmente, stablecoins desempenham um papel fundamental no ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi), onde são usadas em plataformas para empréstimos, liquidez e outros serviços financeiros inovadores.

Conclusão

A tecnologia envolvida nas criptomoedas veio para ficar, e sua adoção disparou pelo mundo nos últimos 15 anos. Ao mesmo tempo, não são todas as pessoas que estão dispostas a lidar com a alta volatilidade presente nas principais moedas digitais. Nesse cenário, as stablecoins representam para o público algo que muitas pessoas procuram quando se trata de suas finanças: estabilidade. Elas trazem novas oportunidades e facilitam transações, principalmente as internacionais, fazendo parte do futuro do mercado cripto. Vale ressaltar que, ainda que a tecnologia da blockchain seja segura, cabe ao usuário também tomar os cuidados necessários contra fraudes online.

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Saiba quais são as vantagens de realizar pagamentos com criptomoedas http://34.45.239.84/pt/vantagens-pagamentos-criptomoedas/ Tue, 08 Oct 2024 22:58:16 +0000 http://34.45.239.84/?p=1439 O uso das moedas digitais se popularizou nos últimos 15 anos

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Desde o lançamento do Bitcoin, em 2009, as criptomoedas rapidamente ganharam espaço no mundo financeiro. No início, a tecnologia da blockchain podia ser vista como algo de nicho, apenas para aficionados por novidades e pessoas que já tinham interesse no meio. Por outro lado, nos últimos 15 anos as moedas digitais se tornaram cada dia mais populares, passando a também fazer parte do noticiário e atingindo um público amplo, tanto da população em geral quanto de instituições financeiras.

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O crescimento das exchanges facilitou a compra e venda das criptomoedas, que surgiram aos montes nesse período. Além disso, a educação do público sobre o funcionamento das moedas digitais também ajudou a estabelecer essa tecnologia como uma alternativa viável aos meios de pagamento tradicionais. Nos setores e estabelecimentos nos quais criptomoedas são aceitas, entre eles vários de eCommerce, os usuários contam com diversas vantagens para optar por esse método. Confira algumas abaixo:

Velocidade

No Brasil, por exemplo, o Pix aparece como uma forma de transferência financeira segura e imediata, movimentando bilhões de reais, assim como acontece com o SPEI no México. No entanto, em outros países e em situações como as operações bancárias internacionais, por exemplo, a velocidade é um ponto a favor das criptomoedas. Ao invés de precisar esperar por dias, uma transação pode ser concluída em segundos ou minutos, dependendo da rede utilizada, mesmo que envolva dois ou mais países diferentes.

Descentralização

Esse é um dos principais pontos que rege o mundo das criptomoedas e que gera, por consequência, várias das outras vantagens no uso das moedas digitais. Através da tecnologia da blockchain, o funcionamento das “criptos” não depende de uma entidade central, como acontece nos métodos tradicionais. As transações não passam por uma única instituição reguladora, o que gera mais autonomia aos usuários. Isso pode ser especialmente importante em países com regimes autoritários ou forte regulamentação financeira, onde há maior controle sobre o acesso ao sistema bancário, permitindo maior liberdade econômica.

Custo de transação

Outro aspecto no qual as criptomoedas se destacam é no custo da transação. Novamente, isso dependerá da moeda e rede escolhidas, e precisa ser analisado caso a caso. No entanto, em geral as taxas cobradas por transferências de criptomoedas são menores do que as taxas bancárias tradicionais, principalmente em situações nas quais é necessário utilizar um intermediário bancário. A diferença é ainda mais relevante em transações envolvendo moedas diferentes, nas quais os caminhos tradicionais também costumam trazer taxas de câmbio.

Segurança

Em métodos bancários tradicionais, como cartões de crédito e o próprio Pix, não faltam métodos de fraude, através dos quais os golpistas podem obter dados sigilosos e causar grande prejuízo. No mundo das criptomoedas, como em qualquer área que envolve dinheiro, cuidados também são necessários por parte dos usuários. Não compartilhar informações confidenciais e tomar cuidado com vírus e tentativas de phishing são alguns dos pontos que exigem atenção.

A tecnologia, por outro lado, é altamente segura e conta com criptografia para a proteção dos dados. Por ocorrerem na blockchain, as transações são imutáveis, ou seja, não podem ser falsificadas. Além disso, o sistema é descentralizado. Isso significa que um ataque hacker não conseguiria as informações de uma infinidade de clientes de uma vez, por exemplo, como pode acontecer em métodos tradicionais, nos quais existe um ponto central.

Privacidade

Um ponto que também atrai pessoas para a utilização das criptomoedas é a privacidade que o método permite. Os usuários são identificados apenas através de endereços, não sendo necessário o compartilhamento de suas informações pessoais, como aconteceria com um banco tradicional. Em um contexto no qual a proteção dos próprios dados é cada vez mais importante, o uso das moedas digitais pode servir para que os usuários protejam sua privacidade financeira.

Alcance global

Para poder realizar transações com criptomoedas, uma pessoa precisa apenas ter acesso à internet e um smartphone, por exemplo. Assim, esse modelo de transação tem a capacidade de alcançar mais pessoas do que o tradicional sistema bancário, que, apesar de sua escala global, ainda não atinge toda a população. Isso possibilita a inclusão de mais pessoas em uma via de transações global, facilitando a transferência de valores entre diferentes países e trazendo mais conveniência ao processo.

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Como funciona o passo a passo de um chargeback? Entenda o processo http://34.45.239.84/pt/como-funciona-passo-a-passo-chargeback-processo/ Mon, 07 Oct 2024 21:01:41 +0000 http://34.45.239.84/?p=1429 Entenda como funcionam os três ciclos do mecanismo

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O processo de chargeback pode trazer calafrios para lojistas, principalmente aqueles que vendem online. O mecanismo serve como uma proteção para consumidores, que podem se resguardar de possíveis fraudes, produtos entregues com avarias, entre outros problemas em potencial. Ao mesmo tempo, é um terror para comerciantes, que podem sofrer prejuízos inesperados frente a uma contestação.

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Já falamos sobre as principais causas de chargeback e os números envolvidos, mas você sabe, na prática, como funciona esse processo? Ele pode acontecer em até três ciclos, envolvendo o banco emissor do cartão, o banco adquirente (que realiza o processamento das operações realizadas com cartões), o lojista e o cliente.

Primeiro ciclo

  • O portador do cartão de crédito entra com um processo de contestação. O prazo para o pedido normalmente varia entre 45 e 180 dias, dependendo do cartão.
  • O emissor do cartão entra em contato com o processador de pagamento, que informa o lojista sobre a contestação. Nesse momento, o consumidor recebe um crédito temporário com o valor da transação.
  • O empresário pode aceitar o chargeback. Nesse caso, perderá o valor da transferência, o crédito temporário será confirmado na conta do cliente, e o processo será encerrado.
  • Caso o lojista discorde da contestação, tem a oportunidade de enviar evidências que provem que o serviço/produto foi entregue de forma satisfatória. Isso pode incluir fotos, comprovantes de entrega, faturas e comunicações com o cliente. Nesse ponto, o lojista também recebe um crédito temporário em sua conta referente ao valor da transação contestada.
  • Em posse da solicitação do cliente e das evidências do vendedor, o emissor do cartão então define se o chargeback procede ou não. Se a decisão for a favor do lojista, o crédito temporário realizado em sua conta se torna permanente, e o consumidor tem a transação lançada em sua fatura para pagamento. No caso oposto, é o crédito ao cliente que se torna permanente, enquanto o crédito temporário ao varejista é revertido.

Segundo ciclo

O segundo ciclo do chargeback acontece quando há uma nova contestação sobre a mesma transação. Isso pode ocorrer por novas informações fornecidas pelo cliente ou alteração no motivo da contestação, por exemplo. O processo é similar:

  • O banco emissor informa o adquirente sobre o novo chargeback.
  • Novamente, o varejista tem a opção de aceitar ou questionar a solicitação. Caso questione, tem nova oportunidade de oferecer mais evidências que sustentem sua razão na disputa.
  • O banco emissor toma nova decisão. Sendo favorável ao lojista, a cobrança é confirmada ao consumidor. Em caso de decisão a favor do cliente, o varejista paga o valor do chargeback e as taxas do processo, enquanto o comprador tem seu crédito temporário transformado em permanente.

Terceiro ciclo ou arbitragem

A arbitragem é a última instância de um processo de chargeback. Nesse ponto, as evidências de ambas as partes interessadas são levadas a uma associação de cartões, que tomará uma decisão final para a resolução da disputa. A associação é um órgão do qual bancos fazem parte, comprometendo-se, entre outras coisas, a seguir as regras nos processos de arbitragem.

No entanto, vale ressaltar que é raro um processo de chargeback chegar a esse ponto. Isso porque as taxas cobradas pelas associações para analisar cada caso são altas, além do tempo e esforço envolvidos. Assim, comerciantes e bancos normalmente só vão até essa última instância se a transação em questão for de um valor considerável. Após a decisão da associação, a parte perdedora fica responsável pelo pagamento das taxas.

Conclusão

Sabendo mais sobre o processo de chargeback, fica claro que a melhor proteção para o lojista é estar munido do máximo de evidências possíveis. Assim, caso haja uma contestação, será melhor a chance de provar que o serviço ou produto foi entregue de forma satisfatória. Além do prejuízo financeiro envolvido, receber muitas solicitações de chargeback pode ser prejudicial à reputação de um varejista junto às empresas de cartão de crédito.

Do lado do cliente, é claro que existem aqueles que se aproveitam do processo de forma maliciosa, buscando obter vantagem, como o reembolso de um produto que foi entregue corretamente, por exemplo. No entanto, é importante ressaltar que o mecanismo de chargeback aumenta a confiança dos consumidores em compras online, pois eles sabem que possuem uma camada extra de segurança em caso de problemas. Pesquisar a confiabilidade de um vendedor e tomar medidas simples de segurança online também é fundamental.

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